Projeto Paulínia.

 

Sempre que se menciona a cidade os desenvolvedores de projetos começam pontuando que a cidade por conta da Replan, é rica e é em cima desse único dado que seus projetos são elaborados.

Não se está questionando a qualidade nem capacidade técnica de quem fará estes projetos, mas o modo como é abordado a questão da cidade. Paulínia pode ter bons projetos porque pode pagar. Em resumo esta é a abordagem básica.

Mas aí mora o problema, um projeto caro é um projeto adequado a cidade? Aliás, o que se sabe sobre sua população?

É no intuito de responder a esta e outras questões dessa mesma natureza que este projeto estruturante se propõe.

  1. Os levantamentos necessários preparatórios

  2. Como montar um projeto desta natureza

  3. O que priorizar (como montar uma hierarquia de implantação)

  4. A validação social.

O primeiro equívoco é considerar apenas um dado, a riqueza proveniente do petróleo, sem procurar observar o fluxo desta riqueza, ou seja sem considerar uma série histórica que visualize a arrecadação em suas várias fases e sem considerar futuros já determinados como por exemplo a obrigatória descarbonização pela qual o mundo deverá passar e que deve ser planejada desde já. Ou até mesmo a reformulação do ICMS que deverá redistribuir o montante destinado as cidades da região de forma mais equitativa, mas que deverá ter impacto importante no orçamento de Paulínia.